terça-feira, 29 de novembro de 2016

Chamada Vídeo Parkour Feminino Brasil 2016!

Oi gatas,
não podemos finalizar o ano sem video anual. Muitas não se conhecem mas essa é a oportunidade de estarmos juntas ♥

Todas tem até Janeiro de 2017 pra enviar um vídeo com cenas de 2016. Vou editar em janeiro, então aceito vídeos até antes de começar a edição...

Podem mandar pelo Youtube, postar na conta do 4shared, do jeito que quiser, a regra é me enviar um email com nome e link do vídeo (ou o próprio vídeo) pra eu não me perder ok?!
Só não vale deixar de participar

Envie email para: carolinnegoes@hotmail.com

Qualquer coisa me gritem no facebook: Caruh Góes


Fiquem com os vídeos dos anos anteriores pra inspirar






Já que recordar é viver, se liguem nas nossa galerias de vídeos também:


Continue Reading…

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Experiência #ParkourEveryday - agosto

por Caruh Góes

Hoje eu vim contar uma experiência muito doida que eu quis fazer no mês de agosto, eu decidi treinar todos os dias...

Já vi alguns gringos fazendo um desafio de treinar todos os dias durante um ano (alguns usam a hashtag #parkour365) e decidi testar algo do tipo mas só durante um mês...
Primeiramente eu vou dizer que eu não consegui treinar todos os dias hahahaha eu achei que seria fácil mas teve dias que eu não consegui nem respirar, o desafio serviu pra me mostrar o quanto sou atarefada, além de trabalhar, faço freela com fotografia e vídeo, ai tem a igreja, o estudo, a casa, o Rair, o Aslam, ufa... A mulher maravilha em mim não deu conta do #ParkourEveryDay, mas percebi esse mês que eu realmente faço muita coisa da minha vida...

Eu não consegui treinar todos os dias do mês, mas logo na primeira semana quando eu falhei dois dias decidi (comigo mesma) que iria mudar o desafio pra 'treinar todos os dias que puder', e foi isso, todos os dias em que eu teria uma folga eu fui treinar. E eu fiquei variando entre treinar 4 a 5 vezes na semana, não consegui mais do que isso...
O desafio também me serviu pra ver o quanto consigo levar o treino de parkour a sério, eu sou daquelas que só treina no fds (raramente durante a semana), e fazia alguns exercícios físicos. Mas se eu quiser eu posso treinar com mais frequência e isso sem comprometer as outras coisas que eu faço.

Outra coisa muito importante que aprendi foi sobre organização. Comecei a organizar no dia anterior o que faria no dia seguinte, as vezes só mentalmente mesmo, e isso me dava uma luz de se e quando conseguiria treinar. Dessa forma eu aproveitava ao máximo o tempo que tivesse pro parkour, sendo pouco ou muito tempo, sabendo previamente eu conseguia organizar meu treino melhor.
Eu também treinei muito sozinha. Bem, eu amo treinar sozinha, se você só treina com a galera tira um tempo só pra você e vai... Treinar sozinha mostra minha evolução, quando não tem ninguém pra me incentivar, ajudar, quando somos só meu corpo e minha mente, ai eu descubro se aquela precisão difícil eu fiz só na sorte, se o flow tá bom ou tá ruim.

Se você tem vergonha só posso te dizer que quando se está concentrado você nem percebe os olhares, os sussurros, passa batido. Eu tive sorte de arrumar uns companheiros no caminho, um cachorro de rua que achou que meu flow era brincadeira com ele, e acabou virando mesmo. Algumas crianças em parques ou praças que quando me viam pulando começavam a pular também, isso me deixava muito feliz. E teve a Gabi também, uma menina aqui do estado com quem eu quase nunca treinava e que virou a maior parceira, altas conversas sobre a vida alem dos treinos cheios de evolução.

Agora em setembro voltei as atividades normais, mas gostei desse negocio de treinar todo dia e to me organizando pra fazer em outro mês. Se você se sentir inspirado e fizer também conta como foi, e quando eu repetir volto aqui pra contar mais...

Vou deixar um videozinho dos treinos de agosto, filmei pouca coisa por treinar muito sozinha e também pelo medo de sacar o celular na rua e acabar ficando sem ele rsrs


Continue Reading…

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Quando deu a mão para ajudar?

Quase sempre que discursam sobre parkour falam sobre liberdade, respeito, amizades e possibilidade de desenvolver capacidades motoras e mentais. De tempos em tempos sou confrontada com uma cobrança de que deveria ser de um jeito como o de alguma outra pessoa. Lembrei de uma conversa com a Sandra no ano passado sobre escolherem uma pessoa para usar como referência ao que se faz.

Não importa se você é a pessoa que organiza para que os treinos não morram nos finais de semana, ou se tira seu tempo para ajudar outro começar ou continuar treinando. Você tem de ser igual a uma pessoa ideal. Confesso que essa cobrança me enche a paciência e alguns dias me atingem em cheio. 

"Às vezes penso que você vai fazer alguma coisa foda, mas você só tá olhando e pensando no muro!" 

"Não gosto desse jeito que vocês estão fazendo a divulgação do TPM."

"Eu até me prontifico a ajudar (desde que mude o dia do treino)."

"Você tem de parar de fazer físico e treinar flow."

"Porque em tal lugar as meninas estão fazendo uma parada incrível que eu vi no vídeo!"

"A fulaninha mesma já disse que não gosta de treinar com as meninas de alguns lugares porque as acha muito frescas."


Durante um bom tempo treinei sozinha. Tinha o tempo e o local para eu quebrar os meus medos sozinha. Aprendi a respeitar meu corpo e prepará-lo para que eu continue ativa por muito tempo. Ao atender aos pedidos de voltar com os treinos femininos aos domingos, respeito o tempo e tento animar para que a pessoa não desista. Lembro um treino com o RaxAman^ que ele disse que era importante ver o quanto se conseguiu melhorar do início. Mas, nem todo mundo vê desse jeito.

Quando as comparações terão fim? Quando dará a mão para ajudar outra pessoa a dar um pulo? Quando passará o tempo que for para que outra pessoa consiga vença um medo mesmo que signifique não treinar naquele dia? Quando se sentirá pago com aquele sorriso pela(o) outra(o) ter conseguido algo (que você achava ridículo, mas era um abismo para ela(e))? 

Os vídeos fodas ainda são mais interessantes que a experiência de vencer barreiras em um treino?
Continue Reading…

domingo, 24 de julho de 2016

I ENCONTRO FEMININO DE PARKOUR DO CEARÁ

por Mariana Carresi


Meu nome é Mariana, sou praticante de parkour do Recife - PE e treino há mais ou menos 1 ano e meio.
Quando soube do Encontro Feminino que aconteceria em Fortaleza, logo me animei a ir.
O vídeo chamada, o evento no Facebook, a receptividade e a disposição da traceuse Natália em me receber foram os atrativos. Minhas férias e as passagens com um preço bom foram os pontos decisivos.
Arrumei a mala e fui.


Como fiquei na casa de Natália, que estava à frente da organização do evento, pude ter uma visão, de perto, dos "perrengues".
A impressão que ficou para mim, especificamente do encontro, foi: "tinha tudo para dar errado, mas deu certo".



"Primeiras vezes" já são, em geral, um pouco tensas, pois não há parâmetro, é a primeira experiência e, a partir dali, é que vão se construindo as "próximas vezes". Aconteceu que, na semana do encontro, tudo que havia sido planejado teve que ser repensado. O que, em geral, leva meses para ser organizado, teve que ser em alguns dias. Porém, para mim, saiu melhor que a encomenda. Ficamos na Escola Polivalente, na qual está havendo uma ocupação política. Os ocupantes abriram as portas para o Encontro e o resto foi se desenrolando. A própria escola é um pico de treino e, ao lado dela, há uma praça onde pudemos treinar também.

Senti falta de mais meninas participando. Mas acho que este desejo não se limita a mim: que os Encontros Femininos de Parkour tenham muito mais meninas. Senti falta de mais tempo em cada pico, para poder curtir e explorar melhor. E senti falta, principalmente, de forças para dar conta do encontro por completo. Fora isso, foi massa! Cada aprendizado, cada interação, cada novo contato... Foi tanta informação, tanta intensidade que, apesar do tempo ter passado voando, parecia uma semana inteira de experiências em apenas um final de semana.

Conversando com Natália, antes do início do encontro, lembro que falei algo assim: "planejamento foi feito para se prevenir ao erro, porque sempre algo vai dar errado". Depois dos dias passados em Fortaleza, quero reformular isso aí, diria que o planejamento é para se prevenir aos erros, mas, no final das contas, vai "dá" certo!



Espero que iniciativas como essa inspirem outras e que nós possamos comparecer ao máximo de encontros possíveis. Quero parabenizar as meninas de Fortaleza pela coragem e disposição. Agradecer e mandar um salve ao pessoal que se envolveu de alguma maneira na organização. E agradecer a Natália e a Letícia Bezerra por terem me adotado por esses dias.

Continue Reading…

sábado, 9 de julho de 2016

Religuem meus joelhos, por favor! - Saori Matari

Hoje nos viemos compartilhar uma historia muito triste, da Saori.

A Saori é praticante de parkour (além de várias outras atividades físicas) de São Paulo, ela rompeu os ligamentos dos dois joelhos (por um acidente em trampolim acrobatico) e precisa de ajuda para a cirurgia. Segue o relato dela:

"Oi, me chamo Saori! Sou praticante e professora de parkour.
    
    Preciso de cirurgia nos dois joelhos por conta de um acidente que ocorreu em treino. Tenho lesões e rompimentos em alguns ligamentos tirando total estabilidade dos joelhos. O ultimo entorse ocorrido foi em um simples ato de descer uma escada (a cada entorse ocorrido são dias de dores insuportáveis e sem conseguir andar). A cirurgia de cada joelho fica em torno de 24.000,00 reais. Tento no hospital público já faz mais de um ano e a única resposta que tenho é "Não temos previsão para marcar as suas cirurgias".
    Tudo o que eu quero é ser uma profissional capacitada e dar 100% de mim. Eu agradeço todos aquele que puderem me apoiar de alguma forma.   GRATIDÃO!!"



Assistam ao vídeo para entender mais



Nesse link vocês podem contribuir com qualquer valor  https://www.vakinha.com.br/vaquinha/religuem-meus-joelhos-por-favor


Contato:
Instagram: @martaris2


Continue Reading…

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Resultado da votação do 8º Encontro Feminino de Parkour

Soem os tambores...



E após votação no grupo Parkour Feminino Brasil no Facebook, temos o resultado! Amargosa-BA será a cidade sede do Encontro em 2017.

Em breve teremos mais informações sobre o evento!! Bahia que nos aguarde! Vamos agitar Amargosa!!!

Continue Reading…

terça-feira, 7 de junho de 2016

Votação - 8° Encontro Feminino de Parkour 2017

Acabou o prazo de inscrições e duas cidades se candidataram para sediar o 8° Encontro Feminino de Parkour. As candidatas são: Amargosa e São Paulo.
Você pode ler as propostas das cidades no link abaixo:
Candidatas 2017


A votação para a sede ocorrerá no grupo Parkour Feminino Brasil no formato enquete de 07/06 a 26/06.

Agora está autorizada a boca de urna para eleger a cidade sede do encontro 2017.
 VOTEM!
Continue Reading…

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Saudades de ser noob

por Caruh Góes


Saudades de ser noob...
De quando cheguei nos primeiros treinos de parkour e não sabia o que esperar. De morrer só no aquecimento, de não conseguir me alongar...

Saudades de descobrir a quantidade de pessoas maravilhosas que treinam parkour, de profissões diferentes, de personalidades encantadoras. E de todo treino ter alguém novo pra conhecer...

Saudades de ficar exausta nos treinos, ficar morrendo no dia seguinte, e ficar pensando 'valeu a pena'.
Saudades de sentar e ficar admirando os outros, os olhos brilhando, a boca aberta, a mente pensando 'será que um dia eu consigo?'

Saudades de descobrir a historia do parkour, e sair contando pros parentes e amigos que 'não é coisa de doido que fica pulando' 'tem uma filosofia' 'tem uma historia' 'sabia que...', aquele brilho nos olhos e aquela atitude de testemunha de jeová, pregando a palavra do ser forte para ser útil, tentando salvar as almas sedentárias no domingo de manhã...

Saudades de ouvir as historias; até as mais clichês, as mais antigas eram novidades pra mim. De ficar sempre maravilhada, de sempre achar graça...

Saudades de ouvir das viagens, das pessoas que já vieram na minha cidade, dos lugares onde as pessoas que eu conheço já foram.
Saudades de finalmente ir na minha primeira viagem de parkour, a ansiedade, a felicidade...
Saudades do meu primeiro encontro, da vergonha, das conversas, das histórias que se fazem nos encontros de parkour. De conhecer alguém de outro estado e dizer 'eu vou na sua cidade', e nunca mais parar de pensar nisso, ficar cotando passagens, juntando moedas, olhando datas dos eventos...

Saudades de juntar a galera pra ver filme de parkour. "Filhos do vento? Vamos ver de novo"
Saudades de imitar as cenas dos filmes, as brincadeiras, os movimentos...

Saudades de não saber o que fazer no treino, ter alguém pra me guiar ou ficar olhando os outros e tentando imitar...

Saudades de não conseguir, não conseguir, não conseguir, NÃO CONSEGUIR, não conseguir mais um pouco, e um dia CONSEGUIIIIIIIR! Quando eu menos esperava, quando eu já tinha até desistido; saudades da vontade de chorar quando finalmente acerto...

Saudades de não lembrar os nomes dos movimentos...
Isso é um kong, um monkey, um cash, um dash? E qual a diferença entre eles?
Ai vem alguém que treina a mais tempo, com toda a boa vontade e diz 'isso é um kong / isso é um monkey', 'aaaata' respondi, mas por dentro tava pensando 'vc acabou de fazer a mesma coisa, dã'. hahaha

Saudades de não saber pronunciar traceur, ou tracer, ou traceuse, ou... Não, pera, ainda não sei...

Saudades de ter pouco tempo de treino e ser aceita como noob, ninguém se importava se eu sabia climbar, se eu não sabia correr. Saudades de ser aceita nas minhas limitações, de ser ovacionada na minha precisão de 5 pés, de não julgada pelo meu tempo de parkour...

Saudades dos amigos que se foram, porque se foram? Achei que eram amigos...
Saudades de me importar com os que somem dos treinos, de gastar meu tempo lembrando, mandando mensagem, procurando: 'ei cara, não pára de treinar não'.

Saudades de marcar treino, não aparecer ninguém e ser obrigada a treinar sozinha pela primeira vez. "Acho que vou começar alongando, ou seria aquecendo?" "Como faço aquele movimento mesmo?" "Será que tem alguém me olhando?" "Minha criatividade acabou, o que fulano faria se estivesse aqui?"

Saudades de você rindo da minha cara, da gente rindo da cara dos outros, de morrer de medo da precisão e você segurar minha mão, de não conseguir num dia, mas ter você outro dia pra me ver conseguir...

Saudades de quando era mais simples, onde será que eu me perdi? Onde tudo virou rotina?
Onde aperta o botão pra voltar?
Continue Reading…

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Chamada a Candidatas - 8° Encontro Feminino De Parkour 2017

As inscrições estão abertas para as cidades candidatas ao 8° Encontro Feminino De Parkour 2017. Para se candidatar é simples, escreva a proposta para levar o encontro para sua cidade e envie para o e-mail do blog parkourfem@gmail.com até o dia 06/06/2016.


Alguns pontos importantes para a candidatura:

  1. Data do Evento: o mês deve ser Janeiro, e o evento ocorre em algum final de semana. Caso a sua cidade não possa sediar em janeiro de nenhum modo, envie a justificativa e a proposição da nova data. Mas por que janeiro? Muitas trabalham, estudam, e este mês é o mais fácil para a locomoção da maioria até a cidade do encontro.
  2. Alojamento: pense nas alternativas de alojamento para as meninas, casa das praticantes locais, escolas públicas, hostels, hotéis, enfim um pequeno plano para abrigar as moças. 
  3. Picos e treinos: enviar possíveis picos e ideias de treino, apenas para avaliação. As meninas de Minas após serem escolhidas fizeram uma votação para que as próprias participantes do evento escolhessem os locais, essa é uma alternativa a se pensar.
  4. Logística do transporte: como poderá ser feita a locomoção da rodoviária, aeroporto, para os locais que as praticantes estarão alojadas e também para os picos. Temos visto que este é um ponto importante pois muitas provavelmente nunca foram para a cidade do encontro e precisam de ajuda e orientação para não ficarem perdidas. 
  5. Equipe: não é por ser tratar de um encontro feminino que apenas meninas precisam organizar, mas a base da equipe na maioria será de mulheres, os rapazes são bem-vindos com apoio, dicas, conhecimento prévio de outros encontros, tudo o que puderem fazer para ajudar as meninas será de grande valia. 
  6. Meninos no encontro: não é um encontro que segregue, cada ano mais e mais rapazes tem viajado para prestigiar o evento, com isso é preciso pensar na organização do espaço para que todos tirem proveito, as oficinas, treinos, e todo o apoio é principalmente focado nas traceuses, na troca, na possibilidade de nos encontrarmos para treinarmos juntas, falar dos acertos e erros, na melhoria e evolução dos nossos treinos. Os meninos todos os anos participaram e se posicionaram muito bem, não há por que proibir a participação deles. 
  7. Alimentação: não é obrigatório que haja alimentação gratuita para as praticantes, mas caso o pico seja longe ou ofereça poucas opções de comida nas proximidades durante o encontro, é interessante se organizar sobre a necessidade de levar algo, onde podem comer, etc. 
  8. Água: de suma importância, algumas cidades possuem bebedouros nas praças, outras fontes naturais, não é obrigatório, mas queremos saber como será a hidratação nos dois dias do evento. 
  9. Autorizações: verificar se os locais de treino precisam de alguma autorização extra para realizarem o encontro, se alguém quiser filmar lembrar do termo de direito de imagem, qualquer foto ou vídeo que não seja da responsabilidade da organização do evento deve ser comunicado às praticantes e questionado se as mesmas desejam participar. 
  10. Camisa: pensem em uma logo e no orçamento para fazer as camisas, esta lembrança do evento pode ocorrer ou não de acordo com a organização, mas todos amam as mesmas :)
  11. Demais considerações podem ocorrer antes da finalização do prazo de envio da candidatura e será informado por e-mail diretamente a equipe que inscreveu a sua cidade. 
  12. Prazo para envio da proposta até dia 06/06, pelo e-mail parkourfem@gmail.com.
  13. Abertura da votação por facebook no dia 07/06, serão apenas computados votos válidos para traceuses. 
  14. Resultado dia 27/06. 

Na votação da cidade vamos disponibilizar a proposta enviada para que as meninas possam entender e votar conscientemente pela cidade, sendo assim nos enviem fotos e toda a informação que acharem necessária. Qualquer dúvida por favor enviem e-mail para: parkourfem@gmail.com, carolinnegoes@hotmail.com ou tatimabersi@gmail.com
Continue Reading…

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Amanda Cristine


Nome: Amanda Cristine
Idade: 21 anos
Cidade: Fortaleza/ CE

O que faz da vida?
Estudo Recursos Humanos

Treina há quanto tempo?
Treino há 4 anos.

O que viu no parkour?
Eu vi uma forma libertadora. Perdi medos, trabalhei meu psicológico, e melhorei muito como pessoa.

O que o parkour significa para você?
Significa família, paz, auto conhecimento, equilíbrio entre o corpo e a  mente, evolução.

Você tem um filho, como foi o retorno?
Eu parei de treinar no sétimo mês de gestação,  me fazia muito bem treinar. Eu tive cesárea, e o que me parou foi que não respeitei o tempo de recuperação. Quarenta dias após a cirurgia eu já estava treinando, e isso afetou a recuperação.


Continue Reading…

sábado, 16 de abril de 2016

Parkour X Gravidez

Por Juliana Reis

Meu nome é Juliana, mais conhecida como (Júh) sou de Cariacica-ES sou praticante de Parkour há, mais ou menos, 2 anos e meio.




Nesse período, engravidei, e por recomendações médicas tive que ficar sem treinar, ainda mais por ter um pequeno problema com meu tipo sanguíneo e assim se foi 1 ano mais ou menos sem treinar, mas graças a DEUS ocorreu tudo bem!






Agora em Janeiro resolvi voltar com tudo, já que o MAX está com quase nove meses de nascido. Percebi que engordei pacas, mas sempre tive força de vontade pra voltar aos meus 57kg (minha meta é menos que isso rsrs).

Foi como se estivesse ali no primeiro treino da minha vida... PERAI! Mas foi o primeiro treino depois de uma transformação imensa que passei, que meu corpo passou.
Passei por um processo onde meu corpo ficou totalmente modificado. Me senti inútil por só poder ficar olhando. Comecei a ter medos que nunca tive, principalmente o de me machucar. O que mais me incomodou foi não poder mandar o que já estava mandando antes, e ter que começar tudo de novo. Algumas criticas que ouvir no decorrer também foram bem ruins...
Os treinos físicos ainda são muito dificeis, ainda mexem um pouco com o interior, e por ter tido reação a doação de sangue que recebi tenho uma pressão na cabeça caso me esforce demais. 




Sempre tento fazer o máximo, Kiley alem de ser um maridão é um pai exemplar. Já pensamos em criar o Max no meio do parkour, mesmo que sabendo que vai ser uma escolha dele, mas é bom pra nos também, pois já aproveitamos um convívio familiar rsrs

Durante os treinos também tem as pessoas que nos ajudam segurando o Max, isso me deixa feliz. No parkour conheci pessoas que considero parte da minha familia , e por cuidarem tao bem do Max faz com que eu ame cada vez mais cada um deles...

O parkour pode ate ter entrado por acaso na minha vida, mas não foi por acaso que ele ficou, pois nele me identifiquei como não havia me identificado em esporte nenhum. (e estava precisando rsrs) Durante a gravidez engordei 12kg , e aos pouco estou recuperando, por isso que amooo o parkour, alem de ser algo que eu gosto de fazer ele me faz se sentir bem comigo mesma.

Hoje posso dizer que estou bem feliz por já ter reaprendido alguns movimentos, e buscando evoluir nos mesmos e assim se resume um pouco de mim!

BJS

Continue Reading…

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Lembranças do 7° Encontro Feminino de Parkour

Furtamos algumas fotos do encontro. Agradecemos a: Rosina, André, Camila, Paulo Cezar. Dênis e a galera do Parkour Mauvais pelas imagens.
Camilinha e Danny

Gabi e Camilinha

Tatiana e Rubia













Danny

Ivanova



















Continue Reading…