sábado, 1 de outubro de 2011

Isis Santa Clara

Nome: Isis Santa Clara Leite

Cidade: Vila Velha/ Espírito Santo


Idade: 17 anos

Fale um pouco sobre você: Cara, eu sou enrolada, só Carolinne me ameaçar pra sair o perfil mesmo. Mas brincadeiras a parte... eu sou taekwondista e treino há 2 anos e 3 meses além de ter sido ginasta por 4 anos e até feito balé, mas hoje tô aqui no perfil do Pk fem. Falam que a gente é o que a gente faz, então eu sou essa mistura de movimento ai. Quer saber mais? Só vir ao ES treinar comigo!

Há quanto tempo você treina? Eu treino há quase 2 anos, apesar de ter parado e voltado várias vezes pela clássica implicância dos pais que têm até hoje, mas a gente vai levando nas coxas... enrolando, enrolando, enrolando e acabo treinando!

Como você conheceu o parkour? Eu conheci a Arte do deslocamento por umas das moderadoras do Blog, Carolinne Fernandes Goes e pelo Marcelo Monteiro (Famille Flux) meu “pai” que conheci no encontro estadual (PKES) em 2009. Cheguei lá só pra ver... e saí de lá morrendo de vontade de treinar, desde então como diz meu pai de verdade, depois que fui com aquela menina pra esse negócio de Parkour nunca mais quis sair disso :)



O que você viu no parkour? Eu vi a oportunidade de liberdade e a independência... Sempre fui fã de barreiras em minhas atividades, então a incógnita “se tem esse monte de homem fazendo por que eu não?! Uma mulher... tá aí gostei” antes eu podia não pensar assim... mas essa era a verdade, eu não sabia da existência das traceuses brasileiras, mas também não havia quase nenhuma no meu estado, além da Carol.

O que o parkour significa para você? Significa ser LIVRE, ninguém tá na minha mente pra saber o que vou fazer... só eu sei dos limites do meu metal. Estou livre de julgamentos e pensamentos negativos enquanto faço um percurso e que a única resposta para os meus neurônios medrosos é o próprio movimento.


Quais foram os seus maiores desafios quando você começou a treinar parkour? Há! É a mais difícil pergunta... já até respondi, são meus pais com o preconceito, mas melhor que achar dificuldades é achar pontos positivos que me façam querer mais e mais o Parkour, porque se fossem tantos os desafios eu nem teria começado.

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